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terça-feira

O não-fim de Game of Thrones

Esse fim de semana foram exibidos os dois últimos episódios da série Game of Thrones, pela HBO Brasil. Acompanhei a série tive a cabeça explodida várias vezes durante os dez episódios que foram exibidos, mas mesmo assim não senti uma sensação de conclusão ao final da temporada.
A grandiosidade da série escrita por George R. R. Martin está nas infintas tramas que ocorrem ao mesmo tempo, muitas vezes sem ligação explícita entre si. Enquanto a loura Daenerys Targaryen cavalga de um lado para o outro buscando retomar o trono de ferro, uma briga pelo poder ocorre entre as famílias de Tony Eddard Stark e Cersei Lannister. Dependendo do QI do expectador, fica complicado entender tantas histórias.

E o ritmo da história é muito bom, pois apesar das linhas paralelas, todas têm seus momentos de clímax. Seja o exércido do Norte marchando para a tomada da capital, a morte inesperada de Khal Drogo ou os Winter Walkers fazendo suas primeiras vítimas na muralha, os últimos capítulos são de prender a atenção initerruptamente.
Mas isso acaba... Por mais que minha cabeça tenha explodido mais uma vez quando surgiram dragões na história, que até então só foram mencionados como lendas, nenhuma das tramas teve um sentimento de conclusão. O exército não invadiu a cidade, os Targaryen não mostraram a que vieram e nenhum combate na muralha ocorreu de verdade.
Os combates foram outra frustração. Acostumado a ler os livros de Bernard Cornwell, todo filme épico com exércitos cria uma expectativa de combates fenomenais. Seja Senhor dos Anéis ou Coração Valente, já consegui muitas vezes ter essa visão em filmes. Com Robin Hood, isso foi frustrado. Com Game of Thrones, fiquei na vontade, pois os combates entre exércitos ficaram apenas em menções, mostrando apenas as cenas pós-batalha. Talvez seja uma falha do próprio autor, mas só posso afirmar isso após ler o livro.
E que venha a próxima temporada ou a leitura dos livros, o que eu tiver oportunidade primeiro.

Star Trek x Star Wars

Sempre quis ver isso acontecer...

segunda-feira

Lost em 8 minutos...

Agora em janeiro, nos EUA, vai começar a quarta temporada de Lost e todo mundo já preparara seus torrents enquanto eu aguardo a boa vontade de AXN começar a exibir os episódios inéditos no Brasil.
Se você está perdido no que é Lost (talvez por ter vivido entre os Vogons nos últimos anos) e que começar a acompanhar a série sem ter que alugar as outras 3 temporadas, existe na internet um resumão que explica o que aconteceu até agora. Para quem já acompanha, vale a pena porque mostra algumas coisas que acabamos deixando passar durante os episódios.

Fox Mulder rlz!

Esse ano, graças a greve dos roteiristas de Hollywood, não teve a cerimônia de entrega dos prêmios do Golden Globe e corremos o risco de não ter Oscar também. Mesmo assim, os prêmios foram lidos e entregues em uma madrugada obscura desse fim de semana.
A minha surpresa foi o prêmio de melhor ator em comédia ou musical ser entregue a David Duchovny. Depois do fim de Arquivo X o cara ficou fazendo papéis meia boca por muitos anos e voltou agora com uma série que deixou a desejar pra mim. Ninguem sabe dizer se Californication é drama ou comédia, mas o cara está no papel principal passando o cerol em todas as mulheres da série.
Performances a parte, o que importa que isso dá uma visibilidade maior ao filme Arquivo X 2, que está sendo gravado atualmente.